Construindo este ambiente de diálogo com o cidadão, oportunizando a ele experiencias de atendimento e a opção de ser participante da construção da cidade, torna essa geração que é inclusa tecnologicamente, parte do processo político, ampliando o ambiente de diálogo, participação e interesse social, reduzimos assim o espaço entre o partido, seu projeto e a geração atual. Acredito ser este o melhor momento para atualizarmos bandeiras como do Orçamento Participativo e da economia solidária, apresentarmos um grande projeto prioritário de Mobilidade Urbana, oferecendo a todos uma cidade conectada e apta ao relacionamento com seu cidadão, o maior desafio do partido no Distrito Federal para o próximo período é apresentar um projeto atual, conectado com essa geração que compreenda e assimile nossa narrativa, enfrentando os temas conservadores de uma cidade envelhecida politicamente, mas, renovada no seu eleitorado.
quinta-feira, 9 de março de 2017
Se o PT DF quer se reencontrar com o jovem, precisa pensar a cidade e esquecer o resto!
Construindo este ambiente de diálogo com o cidadão, oportunizando a ele experiencias de atendimento e a opção de ser participante da construção da cidade, torna essa geração que é inclusa tecnologicamente, parte do processo político, ampliando o ambiente de diálogo, participação e interesse social, reduzimos assim o espaço entre o partido, seu projeto e a geração atual. Acredito ser este o melhor momento para atualizarmos bandeiras como do Orçamento Participativo e da economia solidária, apresentarmos um grande projeto prioritário de Mobilidade Urbana, oferecendo a todos uma cidade conectada e apta ao relacionamento com seu cidadão, o maior desafio do partido no Distrito Federal para o próximo período é apresentar um projeto atual, conectado com essa geração que compreenda e assimile nossa narrativa, enfrentando os temas conservadores de uma cidade envelhecida politicamente, mas, renovada no seu eleitorado.
quinta-feira, 2 de março de 2017
Primeira parte, reflexão sobre a Juventude e o PT
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Qual a função atual dos núcleos de gestão de políticas públicas de juventude, seja qual nível for da estrutura de Estado?
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Kafka nunca esteve tão presente em nossa sociedade brasileira
Não comemorei, não comemoro e não comemorarei a prisão de ninguém, além da crítica institucional e jurídica à todo processo da lava jato, meu sentimento de consternação ao que nos dirigimos é também de constrangimento, retornamos a sociedade do espetáculo, aplaudimos a derrota dos grandes e não nos incomodamos mais com a injustiça, ela se tornou parte do nosso mundo político e de nossa sociedade, a prisão de Marcelo Odebrecht e a destruição de uma empresa com o porte e a importância de sua construtora não é unicamente a prisão de um empresário é da demissão de milhares de pais e mães de família, é a anulação de um braço empresarial que compunha a defesa nacional e ações estratégicas de mercado, força empresarial que faz parte de uma das principais linhas de produção e desenvolvimento tecnológico do país, não estou defendendo a empresa ou o empresário, estou incomodado com o rumo que seguimos e a forma como essa sociedade retratada por Kafka não percebe as questões prioritárias ou sua própria percepção enquanto membro de uma sociedade, ser parte é da nossa natureza, não vivemos isolamos, independentes, mesmo assim essa sociedade não se percebe parte e torce pela destruição.
Não comemorei a prisão de Eike Batista, se pesquisarem minhas mensagens de anos anteriores iram achar críticas ao modelo empresarial deste senhor, o considerei produto da imprensa, uma falha comercial que deu certo momentaneamente, nunca apostando ou arriscando com seus próprios recursos, mas, sempre contando com grandes linhas de financiamento nacional e estrangeiras, formado por um grande aparato midiático e assim se fez um bilionário da Forbes, com pouco conteúdo, pouco método ou experiências que contribuíam de alguma forma com o conteúdo nacional, diferente da OAS, Odebrecht, Camargo e Correia e todas essas empreiteiras envolvidas e relacionadas na Lava Jato, Eike sempre me pareceu uma aposta perdida e mesmo assim não comemoro sua prisão, pelo contrário me parece ser o melhor exemplo de que tudo o que é construído pela grande imprensa também pode ser destruído sem nenhum pudor, mas, com toda honra, qual o nível e comprometimento destes editoriais que constroem a imagem perfeita da destruição para o consumo da sociedade.
Não comemoro, nem comemorarei a prisão de nenhuma figura pública, o desvio de conduta, a apropriação indevida, conchavo, conluio, qualquer que seja o modelo ou forma que se de a corrupção pública não é criação desta década, século ou milênio, não foi Lula, FHC, Dilma, Serra, Zé Dirceu, Alckmin, nem de Maluf ou Tancredo, a operação Lava Jato confunde para não informar, esse é o cerne principal, ou muda-se o sistema político e sua co relação com o funcionamento público, ou repensamos toda a estrutura de contratação e o modelo de Estado e sua forma de se relacionar com o setor privado ou enxugaremos gelo, destruiremos biografias quando interessar, enalteceremos quando convir e destruiremos tudo novamente, seremos sempre a sociedade do golpe sofrido e praticado, uma sociedade sem formação e informação com poderes que lhe representam intrinsecamente direcionados ao aparelho, aparato e a corporação. Não comemoro, não irei comemorar, ver os aplausos me incomoda, simplesmente por ter certeza de que, quem aplaude não entendeu nada do que está acontecendo.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Sobre o Aterro Sanitário do DF
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Nota de repudio ao governo de São Paulo e apoio a Guilherme Boulos
É preciso resistir ao retrocesso nos direitos sociais e lutar pelo oxigênio da democracia que é a liberdade de se manifestar, resistir às injustiças e respeitar os movimentos sociais em suas reivindicações democráticas.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Banco Central abre mão da técnica para aderir à especulação financeira
Banco Central abre mão da técnica para aderir à especulação financeira, esse foi o recado do dia ao reduzir a taxa de juros Selic para 13%, desconsiderou totalmente o aumento gradual dos últimos dois meses em 0,30% e apostou nas notícias positivas dos jornais para inflar o mercado e alavancar em curto prazo o Papel da Dívida Brasil, pode ser uma medida de retomada ou pode ser a ampliação do buraco negro à que estamos sendo puxados, a sensação de início é de melhora do humor econômico, mas, no médio e longo prazo sem o resultado real de investimentos incorporados ao mercado qualitativa e quantitativamente o que o Banco Central começa a produzir é uma bolha financeira ao estilo do que vivemos no mercado imobiliário. Henrique Meireles trouxe a agenda econômica nacional para o seu ringue aonde se tornou referência mundial, mercado especulativo, exatamente o mercado que levou o mundo a sua depressão econômica em 2008, porém, os resultados no curto prazo enriqueceram muitos conglomerados. A crítica é simples, se existe uma política de controle da inflação com a manutenção da taxa de juros, os indicadores desta vez disseram "A" e o Banco Central brasileiro respondeu com "M", ou mudou-se a política econômica de forma substancial para um modelo superficial ou se antecipou resultado para segurar a inflação!
