Banco Central abre mão da técnica para aderir à especulação financeira, esse foi o recado do dia ao reduzir a taxa de juros Selic para 13%, desconsiderou totalmente o aumento gradual dos últimos dois meses em 0,30% e apostou nas notícias positivas dos jornais para inflar o mercado e alavancar em curto prazo o Papel da Dívida Brasil, pode ser uma medida de retomada ou pode ser a ampliação do buraco negro à que estamos sendo puxados, a sensação de início é de melhora do humor econômico, mas, no médio e longo prazo sem o resultado real de investimentos incorporados ao mercado qualitativa e quantitativamente o que o Banco Central começa a produzir é uma bolha financeira ao estilo do que vivemos no mercado imobiliário. Henrique Meireles trouxe a agenda econômica nacional para o seu ringue aonde se tornou referência mundial, mercado especulativo, exatamente o mercado que levou o mundo a sua depressão econômica em 2008, porém, os resultados no curto prazo enriqueceram muitos conglomerados. A crítica é simples, se existe uma política de controle da inflação com a manutenção da taxa de juros, os indicadores desta vez disseram "A" e o Banco Central brasileiro respondeu com "M", ou mudou-se a política econômica de forma substancial para um modelo superficial ou se antecipou resultado para segurar a inflação!
Mostrando postagens com marcador Inflação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inflação. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
IPCA em 6,29 segundo IBGE, mas...
É preciso analisar com mais perícia os dados do IBGE sobre a média da inflação de 2016. O percentual de 6,29 para o IPCA sofre duas interferências diretas para a manutenção do teto, a primeira delas é mais evidente o índice do custo da energia elétrica, os Estados não reduziram o preço da energia residencial, mas, o Governo Federal reduziu a taxa de compensação e isentou alguns tributos às empresas fornecedores de energia o que não impactou no valor final, mas, em outro índice o IPP, atrelado a tabela de consumo segurou o avanço de 0,30% nos últimos dois meses pela queda do consumo interno e o aumento do desemprego. Em segundo lugar, a mesma estratégia utilizada nos limites da energia elétrica também fora utilizada para aferição do preço do combustível, reduzido o valor do barril para o fornecedor porém, ao consumidor final o preço não sofreu alteração de baixa nos preços até o dia 31 de Dezembro, pelo contrário em vários casos houve aumento, porém no cálculo final não sofreu alteração inflacionária pelo resultado inicial da aquisição do produto e consumo final dos usuários do transporte. Se novembro e dezembro a média teve aumento percentual de 0,30 o Governo não tem o que comemorar pra hoje!
Assinar:
Postagens (Atom)