quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Sobre o Aterro Sanitário do DF
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Primeira semana do ano no DF
Em Brasília Rodrigo Rollemberg errou ao aumentar o preço das refeições nos restaurantes comunitários, depois de críticas, protestos e esvaziamento dos restaurantes foi obrigado a voltar atrás e reduziu o preço novamente. Hoje Rollemberg comete o mesmíssimo erro em relação às passagens de ônibus, se realmente fosse imprescindível (e não é) o aumento fizesse de forma gradual e escalonada por áreas, mas, fez de uma vez sem critério algum, joga para o trabalhador, a mãe de família, os estudantes, o desempregado a responsabilidade de pagar as contas de uma cidade arrecadadora por natureza. Rodrigo Rollemberg fez sua opção de governo e não é pela classe trabalhadora, os pobres, estudantes, população em índices de miséria, fez sua opção pela classe média alta, se mantiver o valor das passagens cometerá o mesmo erro das refeições e a cidade tende a entrar em colapso.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Carta ao meu amigo Danilo Moura sobre ontem 29 de Novembro
Antes de comentar sobre ontem, prefiro refletir sobre o amanhã, vamos pensar 9 anos à frente? Daqui este tempo a maioria dos trabalhadores vão confirmar que o Governo Temer estava certo e o dia de ontem foi uma vergonha sem sentido ou daqui este tempo a maioria dos trabalhadores podem se perguntar por quê eu não me juntei aqueles estudantes e quebrei tudo junto com eles?
Aos comentários:
- não acho correto pixar patrimônio público, principalmente os da esplanada, eu os entendo como símbolos civilizatórios e precisam ser preservados como vidas;
- mas entendo a revolta, acho inclusive que o nível de radicalização está chegando em uma área perigosa para todos;
- nem o Estado ou seu braço forte (a polícia militar) podem definir o que falo, o que penso, como penso, como sinto;
- a angústia no grito dos "rebeldes", "vândalos" está do outro lado da rua aonde não se escuta mais o que se diz, nem quando o que se diz faz sentido;
- a força policial empenhada para os atos tem sido equivocada e tem provocado a sana e sina de quem manifesta;
- claramente a maioria dos policiais estão preparados para os atos de rua, mas, um número pequeno de servidores não, e são estes que extrapolam, são estes que instigam, são esses que provocam o descontrole;
- claramente a maioria dos jovens e adultos que foram ontem estavam em missão de paz, não dá desordem, mas, um número pequeno se arvora, extrapola, provoca e instiga a polícia;
- a polícia deveria estar preparada pra está minoria, se estivesse preparada só pra isso já controlaria todo o resto;
- policial fazendo juízo de valores sobre a multidão é aplicação psicológica equivocada e perigosa, pois se 90% é bandido ele tem o direito de extrapolar o limite que lhe convir, e não é a realidade de nenhuma manifestação neste sentido, quem foi ontem manifestar foi acreditando que estava certo e o governo errado, se for verdade foram defender inclusive o salário do PM e sua carreira;
- então temos uma ironia, o PM bateu em quem o defendia, os manifestantes reagiram com violência à quem defendiam.
Desde Sócrates ninguém tem razão moral e todos tem, a diferença está na responsabilidade do Estado e de seu aparato que tem responsabilidade com a coisa pública, neste sentido afirmou categoricamente a polícia está preparada para usar a força, o comando da polícia não está preparado para usar a inteligência e a organização da segurança pública. A PEC 55 do Temer segundo minha concepção de Estado e gestão pública é um crime contra o trabalhador convencional e o prejuízo social não paga o acúmulo financeiro de capital de poucos em detrimento de muitos!
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Segunda nota sobre a reforma de Rodrigo Rollemberg
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Contra o aumento da refeição no restaurante comunitário
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Má Fé, Mediocridade ou Covardia do "novo" GDF
Só vejo três alternativas má fé na decisão de conceder e privatizar, tendo por trás interesses escusos e maquiados, que nunca serão revelados ao grande público por bom embasamento e justificativas que ludibriam e embriagam a opinião pública, beneficiando poucos empresários com condições de captação e investimento para "comprar" os bens sociais da cidade; Mediocridade na decisão de conceder e privatizar, considerando o grupo de gestores sem compromisso com o bem público, se sentem na leve escolha de não se comprometerem com a gestão, regras, limitações, dificuldades, situações do cotidiano e buscam uma saída prática e pequena para soluções maiores, depredam patrimônio público no exercício da função que lhes foi concedida, decisões pequenas e de curto prazo que vão gerar consequências no longo prazo, já que no mundo inteiro se discute melhorias nos modelos de Gestão da Coisa Pública, meia dúzia de intelectuais de botecos decidem que a melhor saída é não ter compromisso; ou covardia, gestores frágeis, que buscam saídas rápidas para dar respostas à perguntas que eles ainda não encontraram, decisões fragmentadas com uma máscara de centralização da gestão em um único núcleo diretivo para reduzir qualquer decisão de contratação que fuja de suas rédias, mais uma vez errado e equivocado centralizar decisão quando todos governos, empresas e grandes corporações dizem descentralizem decisão e gestão.
Concessões são modelos de gestão? Sim! Mas, devem e precisam ser debatidos à exaustão, principalmente sua aplicabilidade e modelo, explorar comercialmente parque de convívio social, pontos turísticos que acumulam no seu ambiente entretenimento e lazer é sintoma de gestão contaminada, má vontade, brincadeira de adolescente ou nenhuma experiência de governo. O caminho para ampliar arrecadação da Capital segue uma regra padrão investimento local, fortalecimento da infra estrutura de negócios ou industria e melhoria na gestão da fazenda pública, qualquer plano fora deste tripé cheira manobra ou falta de visão de Estado.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Decreto confuso
entenda-os-sete-mandamentos-de-rollemberg-para-tirar-o-df-da-crise.shtml
