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quinta-feira, 14 de julho de 2016
Resultado da Eleição para Presidente da Câmara para o PT, a esquerda e a Dilma.
Por favor menos crise existencial, não tinha o que ser feito, a composição eleitoral da câmara tem significado tático e pontual, a bancada do PT e dos partidos de esquerda estão recuados e isolados pelos seus próprios erros e equívocos desde o início do mandato no início de 2015, essa eleição apesar da triste constatação de que a esquerda não está madura e não tem o que a unifique além da vaidade, entregou a batata quente na mão do Temer e do Cunha obrigados a derrotarem seu próprio partido, o resultado e a consequência dessa eleição não nos atinge em nada é responsabilidade deles, do 'Centrão', não da esquerda! A eleição teve o melhor resultado possível dentro do pior cenário para a esquerda, apoiar o Deputado Marcelo Castro obrigou a cúpula do atual governo a derrotar seu próprio partido, o resultado positivo para Rodrigo Maia foi a fórmula para derrotar Cunha e seu pupilo e maior aliado Rogério Rosso. Para este senhor um recado simples (Quem se lambuza com os porcos...), o resto é acompanhar o xadrez das quadras consequências, respostas e reações de atos e movimentos. Ficou muito mais fácil desarticular o PMDB dentro Senado neste novo cenário, querem que a Dilma volte então paguem o preço da vitória!
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Segunda nota sobre a reforma de Rodrigo Rollemberg
Antecipar qualquer julgamento sem o resultado concreto
da reforma e efetivamente o que ela representará aos cofres públicos não seria
de bom tom, mas, levando em consideração experiências anteriores bem sucedidas
ou não, é possível antecipar resultados e ler nas entrelinhas o que propõem
a atual administração do GDF. Deixo os
quatro primeiros pontos como reflexão e analise que podem ser decisivos para
formar opinião e os pontos seguintes específicos relacionados à reforma:
1 - Se uma das propostas de redução de secretarias está
relacionada ao corte de custo e desoneração do Estado pela folha de pagamento,
não será eficaz se não cortarem cargos de forma efetiva, em paralelo não vale
ajustar os salários dos comissionados para equilibrar o impacto político.
2- O gesto de junção realocando cargos já foi feito no
início do Governo, fracassou e levou o GDF a romper com o limite prudencial da
Lei de responsabilidade fiscal tudo este ano e debaixo do nariz de todos,
nomeou seus comissionados aos poucos e inchou a folha de pagamento, repetir a
dose será parvoíce.
3 - A existência de uma estrutura especifica de Secretaria
de Estado temática ou de gestão e sua organização hierárquica, diz muito das
opções políticas, suas prioridades e visão de gestão de cada Governo para a cidade, a junção dos temas ou dos
organismos de gestão do Estado precisa seguir critérios como qualquer decisão
simples tomada em uma pequena empresa.
4 - Qualquer proposta de gestão precisa seguir critério e
lógica.
5 - A junção da Secretaria de Planejamento, Orçamento e
Gestão com a frágil e ignóbil Secretaria de Gestão Administrativa e
Desburocratização seguem um lógica simples, ponto positivo, dois alertas
precisam ser feitos:
5.1 - A Secretaria de Desburocratização, burocratizou,
atrasou a gestão e centralizou ritos simples de competência das administrações
regionais, erro que precisa ser corrigido urgentemente ou não fará diferença
alguma alterar seis por meia dúzia.
5.2 - Em uma cidade que se distingue pelo número de
servidores públicos como é o Distrito Federal, a Secretaria de Gestão Administrativa tem papel fundamental, é a paste responsável pela gestão de pessoal efetivo e diálogo com as categorias. O número de greves e paralisações dos diversos servidores do GDF só este ano, demonstra a dificuldade do atual governo em dialogar com os servidores. Sobre a atuação dos gestores responsáveis até este momento deixo uma sugestão, é preciso ter maior cuidado com avaliações pessoais, não podem
influenciar a gestão ao ponto de comprometer a relação com quem faz a maquina
girar.
6 - A Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável
juntou-se com a Secretaria de Turismo:
6.1 - A Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável
já é a junção de outras três Secretarias que ocorreram no primeiro dia de
governo da atual gestão este ano, Secretaria de Desenvolvimento Econômico,
Secretaria da Micro e Pequena Empresa e a Subsecretaria de Economia Solidária,
desde o início do ano nada funcionou e se juntará com a Secretaria que mais
realizou este ano.
6.2 - A Secretaria de Turismo do Distrito Federal, além de
papel importante para a economia local e para o desenvolvimento econômico local,
era talvez uma das poucas que funcionavam com eficiência, mesmo de forma mais
silenciosa o ex Secretário Jaime Recena carregou Brasília nos ombros, agora é
esperar para ver se, a eficiência de uma contamina a outra ou a ineficiência da
outra contamina uma.
7 - A maior fusão ficou entre Secretaria do Trabalho, a Semidh que incorporou desde o início do "novo" Governo a Secretaria de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial, Direitos Humanos, juntam-se com a famosa SEDEST (Secretaria de
Desenvolvimento Social), o que chama atenção é a diferença abissal que cumprem
cada uma dessas Secretarias hoje e o papel que um único gestor terá de cumprir
em relação aos temas tão diversificados, ou cria-se um modelo de gestão muito
eficiente ou uma nova proposta de política pública de Estado para os temas propostos:
7.1 - Secretaria do Trabalho responde pelos
trabalhadores do Distrito Federal de forma geral, a formação e o encaminhamento
ao primeiro emprego, a gestão das gerencias de trabalho ou galerias do
trabalhador, a inclusão do desempregado ao mercado de trabalho, pesquisas e
indicadores referentes ao emprego e desemprego na cidade, além de fomentar a
criação de novos postos de trabalho, nossa realidade é, efetivamente nada disso
acontece de forma concreta, apesar das galerias empregarem bastante, mas,
devido a oferta e procura.
7.2 - A Semidh (Secretaria de Politicas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos), todas essas Secretarias foram incorporadas anteriormente no início do ano. A Secretaria de Politicas para as Mulheres cuida
exclusivamente da mulher do Distrito Federal tanto do ponto de vista da
proteção da mulher, sua saúde física e mental, quanto de políticas inclusivas
da mulher e do fortalecimento do seu papel na sociedade brasileira tão machista
e preconceituosa, sem contar o papel das Delegacias da Mulher, casas de
proteção e da atual Casa da Mulher Brasileira, tema específico e muito delicado
de se relacionar, levando em consideração a militância de organismos dos
terceiro setor e dos movimentos sociais que militam na pauta diretamente e
diariamente. Assim segue com a mesma importância a Secretaria de Promoção a Igualdade Racial, que cuida exclusivamente da pauta de combate ao racismo.
7.3 - A SEDEST cuida do excluído, do fim da miséria, da
redução da pobreza, das políticas afirmativas e de inclusão social no sentido
amplo da palavra - moradores de rua, pedintes, famílias em situação de risco,
usuários de álcool e dependentes químicos, etc.
8 - A extinção da Secretaria de Ciência e Tecnologia já diz
tudo, diminuir o papel da pesquisa acadêmica, limitar a influência do
desenvolvimento cientifico e tecnológico da cidade. Isso tudo por alguém que
assumiu o papel de Secretário e defensor do tema quase que toda sua carreira
política como fez Rodrigo Rollemberg, é negar a si próprio e sua história,
pior, é negar a cidade o direito de crescer e expandir conhecimento.
9. A fusão da Secretaria de Esportes junto à Educação, para o esporte de alto rendimento no Distrito Federal parece não ser uma boa opção.
Se esta reforma administrativa do GDF não servir para uma
economia vital e real aos cofres públicos, em meu entendimento não servirá para
mais nada. Resta torcer para que de certo e aos poucos o Estado se recupere e
volte a ter o papel e importância que esperamos que um Governo da Capital
Federal de nosso país tenha.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Má Fé, Mediocridade ou Covardia do "novo" GDF
Má fé, mediocridade ou covardia só existem essas três explicações para o conjunto de ações propostos pelo novo governo do Distrito Federal encabeçado pelo senhor governador Rodrigo Rollemberg. Justo na primeira década do novo milênio com a Lei 8.666 consolidada e já com indicativos de discussão de avanços e atualizações de suas diretrizes, modalidades da administração pública sendo experimentadas na lógica de organizar melhor a gestão do Estado, órgãos de controle e fiscalização em plena atividade, a sociedade cobrando de seus gestores melhores gastos e maior efetividade dos serviços público, cursos por todo o país de Gestão Pública lotando os acentos das universidades e faculdades com força total principalmente nas instituições de ensino superior da nossa cidade, e com a própria sociedade inspirando em diversos segmentos novos modelos de organização social formais e informais, um país inteiro em ebulição com debates acalorados no mundo político. Foi este o cenário escolhido pelo núcleo pensante que governa o Distrito Federal, apresentar um conjunto de ações que privatiza e concede à iniciativa privada gerir e explorar empresas públicas, algumas autarquias, espaços públicos de convívio social, lazer e entretenimento. E o que sobre ao Governo administrar? No início do primeiro bimestre já estava clara a estratégia do Governo de entregar a CEB e a CAESB ao setor privado, mais claro ainda e sedutor era vender o BRB a qualquer instituição financeira disponível, leia-se BMG no caso, mas, entregar o Parque da Cidade e a Torre de TV para exploração comercial é o fim do caminho, o Zoológico considero menos nefasto, mesmo assim sintoma de uma gestão preguiçosa e sem compromisso com o bem público.
Só vejo três alternativas má fé na decisão de conceder e privatizar, tendo por trás interesses escusos e maquiados, que nunca serão revelados ao grande público por bom embasamento e justificativas que ludibriam e embriagam a opinião pública, beneficiando poucos empresários com condições de captação e investimento para "comprar" os bens sociais da cidade; Mediocridade na decisão de conceder e privatizar, considerando o grupo de gestores sem compromisso com o bem público, se sentem na leve escolha de não se comprometerem com a gestão, regras, limitações, dificuldades, situações do cotidiano e buscam uma saída prática e pequena para soluções maiores, depredam patrimônio público no exercício da função que lhes foi concedida, decisões pequenas e de curto prazo que vão gerar consequências no longo prazo, já que no mundo inteiro se discute melhorias nos modelos de Gestão da Coisa Pública, meia dúzia de intelectuais de botecos decidem que a melhor saída é não ter compromisso; ou covardia, gestores frágeis, que buscam saídas rápidas para dar respostas à perguntas que eles ainda não encontraram, decisões fragmentadas com uma máscara de centralização da gestão em um único núcleo diretivo para reduzir qualquer decisão de contratação que fuja de suas rédias, mais uma vez errado e equivocado centralizar decisão quando todos governos, empresas e grandes corporações dizem descentralizem decisão e gestão.
Concessões são modelos de gestão? Sim! Mas, devem e precisam ser debatidos à exaustão, principalmente sua aplicabilidade e modelo, explorar comercialmente parque de convívio social, pontos turísticos que acumulam no seu ambiente entretenimento e lazer é sintoma de gestão contaminada, má vontade, brincadeira de adolescente ou nenhuma experiência de governo. O caminho para ampliar arrecadação da Capital segue uma regra padrão investimento local, fortalecimento da infra estrutura de negócios ou industria e melhoria na gestão da fazenda pública, qualquer plano fora deste tripé cheira manobra ou falta de visão de Estado.
Só vejo três alternativas má fé na decisão de conceder e privatizar, tendo por trás interesses escusos e maquiados, que nunca serão revelados ao grande público por bom embasamento e justificativas que ludibriam e embriagam a opinião pública, beneficiando poucos empresários com condições de captação e investimento para "comprar" os bens sociais da cidade; Mediocridade na decisão de conceder e privatizar, considerando o grupo de gestores sem compromisso com o bem público, se sentem na leve escolha de não se comprometerem com a gestão, regras, limitações, dificuldades, situações do cotidiano e buscam uma saída prática e pequena para soluções maiores, depredam patrimônio público no exercício da função que lhes foi concedida, decisões pequenas e de curto prazo que vão gerar consequências no longo prazo, já que no mundo inteiro se discute melhorias nos modelos de Gestão da Coisa Pública, meia dúzia de intelectuais de botecos decidem que a melhor saída é não ter compromisso; ou covardia, gestores frágeis, que buscam saídas rápidas para dar respostas à perguntas que eles ainda não encontraram, decisões fragmentadas com uma máscara de centralização da gestão em um único núcleo diretivo para reduzir qualquer decisão de contratação que fuja de suas rédias, mais uma vez errado e equivocado centralizar decisão quando todos governos, empresas e grandes corporações dizem descentralizem decisão e gestão.
Concessões são modelos de gestão? Sim! Mas, devem e precisam ser debatidos à exaustão, principalmente sua aplicabilidade e modelo, explorar comercialmente parque de convívio social, pontos turísticos que acumulam no seu ambiente entretenimento e lazer é sintoma de gestão contaminada, má vontade, brincadeira de adolescente ou nenhuma experiência de governo. O caminho para ampliar arrecadação da Capital segue uma regra padrão investimento local, fortalecimento da infra estrutura de negócios ou industria e melhoria na gestão da fazenda pública, qualquer plano fora deste tripé cheira manobra ou falta de visão de Estado.
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