domingo, 22 de fevereiro de 2015

"Ceder"

A derrota do Governo e o erro do partido na votação da presidência do congresso foi tão intensa que a solução política para recompor a base se resume em uma única palavra "ceder", isso após não ter espaço na mesa diretora por acordo ter que "ceder" espaço para alianças em nome da vitória (derrota). Talvez seja o único caminho, perigoso, mas, o único caminho ou talvez seja mais uma leitura equivocada. 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Desabafo de 'Carnaval'

Aposto quanto quiserem, em
menos de duas semanas as ações da Petrobras batem algum recorde, dólar cai ao patamar original e o discurso cai no vazio! É impossível fazer política séria e defender posições com volatilidade de mercado e especulação de investimento. A macroeconomia responde todos os males da hipocrisia!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Imprensa pra que te quero?

Na leitura do jornal online Brasil 247 sobre a atual situação do Grupo Abril e Globo incluo no texto uma nota rápida para reflexão:

Faltou delinear no texto que cada uma dessas empresas já sufocaram sua capacidade de endividamento e seu débito junto à Receita gravita em valores descomunais, como estão praticamente impedidos de renegociar e todos os recursos judiciais se esgotaram sobrou aquele famoso jeitinho brasileiro. ‪#‎Pense‬ ‪#‎Reflita‬

Venderam o caos e quem paga são os jornalistas

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Decreto confuso

Não entendo esse pacote de austeridade como uma boa proposta de solução dos problemas, quando o Estado aponta para a criação de uma Secretaria de Desburocratização - o que por si só já é incoerente criar uma estrutura extremamente burocrática para desburocratizar uma Administração Pública complexa - tem-se por princípio discutir autonomia de contratos e tomada de decisão por meio do Gestor responsável e do órgão do serviço à ser executado, por princípio celebrar seus contratos ou qualquer que seja a tomada de decisões do órgão. A concentração de informação, já provado no setor privado, não é a melhor alternativa para tomada de decisões unilateral quem dirá coletiva, imaginem no setor eminentemente público, certamente a equipe destacada para assumir esta função deverá ter como regra priorizar a agenda de contratos e execução de serviços, o que já é difícil para um órgão executor fazer isso imagina uma pequena estrutura de governo, com infra-estrutura e recursos humanos limitados, com pouquíssimo conhecimento e informações atualizadas assumir a responsabilidade de tomada de decisões global de todo um Governo. Óbvio, a decisão é emergencial pelo entendimento crítico da equipe de transição sobre as contas anteriores, mesmo assim a Administração Pública não é célere, porém é dinâmica, é necessário celebrar novos contratos a cada instante, sem contar os contratos de serviços essenciais de cada órgão, a concentração deste ato pode engessar mais ainda a máquina pública e criar um labirinto nefasto da formalização do ato contratual até à execução do serviço prestado ou à entrega do produto final. Ou é somente um jogo de cena para a plateia que não pensa aplaudir ou na ânsia de apresentar um resultado rápido engessa toda a máquina pública, posso estar errado. #SQN
 entenda-os-sete-mandamentos-de-rollemberg-para-tirar-o-df-da-crise.shtml

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Inacreditável Brasil Semi Novo

Impressionante a quantidade de incoerências produzidas em nome da “nova política”, parte da sociedade brasileira nestas eleições de 2014 se acometeram de uma liberdade de manifestação tão confusa quanto suas reivindicações.
E ai vai às incoerências de um Brasil varonil:
- São Paulo vive sob comando do mesmo grupo político a mais de 32 anos;
- O Brasil vive sob o comando do Partido dos Trabalhadores por 12 anos, completados agora em 2014;
- Sob o comando do grupo tucano São Paulo parou de crescer, teve sua indústria diminuída e sua Capital inchada pelo crescimento desordenado, nos dias atuais depois de crescente insegurança, falha no modelo de gestão das cidades, sofre também por uma falta de água sem precedente em parte considerável da cidade;
- O Brasil com o PT cresceu, diminuiu a desigualdade, ampliou o emprego, salário, democratizou o acesso à universidade, criou linha de financiamento e crédito para compra de carro e casa própria;
- Parte da sociedade brasileira instigada pela sociedade paulista quer mudança no governo Federal, alternância de poder e todas aquelas palavras de ordem que todos conhecem;
- Da alternância de poder em São Paulo ninguém fala.
O que mais me incomoda são pessoas não perceberem coisas tão óbvias, não param pra pensar, refletir, pensar, nem ao menos percebem que existe alguma coisa de errado ou no Brasil ou em São Paulo.


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Tempos confusos Part.1

Qual o critério que o cidadão brasileiro tem utilizado para a escolha do seu voto?

As campanhas eleitorais e a cobertura feita pela imprensa tradicional tem prestado um desserviço para o país, mesmo com elevações de indicadores sociais, ambos (campanha e imprensa) corroboram para a despolitização e desta vez não é somente de uma classe excluída da sociedade, mas, ela em sua maioria tem acompanhado um dos maiores desvios, propositais, de conteúdo que tem instrumentalizado muito mais para a desinformação em si do que qualquer outra coisa e como vivemos ainda em um modelo de reprodução de pensamento e não de produção de conhecimento é quase que automático o compartilhamento de conteúdos por parte dos usuários das redes sociais sem o mínimo de reflexão ou busca sobre o tema ou conteúdo replicado.

sábado, 28 de junho de 2014

Analise da política de aliança na Capital deste final de semana 29 de Junho de 2014 pós vitória do Brasil nas oitavas da Copa das Copas.

Impressão: 
PPS e PSDB - eu acho improvável saírem sozinhos em candidaturas majoritárias, devem desenhar uma parceria, talvez algum partido nanico siga com algum deles ou ajudem a compor, por hoje Eliana Pedrosa com menos de 12 segundos de tempo de televisão e Pitiman com quase 30 segundos de televisão não me fazem acreditar nessas candidaturas.

PSB, PDT e PSD - imagino sim que estão no formato final de uma chapa confusa, cheia de atritos e desencontros, ainda é provável uma retirada do PSD deste grupo, mas, só sairá se for interessante para a Familia Rosso, não perdem nada em nenhuma situação de composição, podem ir para qualquer lugar, até com o PSol, loucura é óbvio, porém, é um exemplo de que são os mais confortáveis.

PR, PRTB, PTB, PMN, DEM e PP - Roriz, Arruda e Luiz Estevão devem realmente ter se entendido, quem menos perde ou se desgasta neste cenário é o Clã Roriz, se Arruda ganhar absorvem metade do Governo e revitalizam suas bases concluindo a passagem de poder de Pai para às filhas, incluindo alguns agregados. Se Arruda perder a familia será eleita de toda forma, com menos força, longe de ter o mesmo poder que um dia teve na cidade, porém ainda com muita influencia. Luiz Estevão precisa recuperar legado político e espaço na Capital, tem perdido muitas batalhas e empresarialmente sofrido muito com a falta de diálogo, consequência de sua perda de comando e força na cidade. O DEM ainda é a incógnita frágil desta aliança, pode se firmar como parte leal dos projetos Arruda/Roriz, viabilizar a Candidatura de Pitiman ou de Eliana Pedrosa, a fusão de ambos, ou tentar a tarefa inglória de um acordo entre os três, para qualquer outra possibilidade não vão se sentir tão ousados, farão muito esforço para eleger o Fraga. O PP ainda esta em dissenso, metade quer seguir com Agnelo e parte quer seguir com Arruda, como Benedito já declarou sua posição podem estar mais próximos de se manterem na base do Governo.

PT, PMDB e os outros 10 partidos da base - a chapa se mantém coesa com poucas baixas, pelo contrario, com a divisão da direita brasiliense os partidos menores se sentem confortáveis em dialogar com o governo atual, no cenário de hoje é quem exerce maior coesão e menos tribulações dentro de seu campo, apesar de muito amplo, o PT e o PMDB nas figuras do Presidente do PT e Deputado Federal Roberto Policarpo, o Governador Agnelo Queiroz e seu Vice Tadeu Filipeli se desdobram em atender todos os interesses de aliados, maestros na arte de varrerem para dentro. Ainda é possível até o dia 5 de Julho acontecer algumas mudanças e inclusões na chapa, não acho improvável a confirmação do PP e a inclusão do PSD que não perde nada em misturar-se na roda.

O PSol, PSTU e PCO - estes são eles mesmos. Campanha de ódio, fissura e compromisso com seus projetos partidários, apesar da coerência na aliança, destoam do projeto que os cidadãos querem para o Brasil e Brasília.